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Candidatos detidos por suspeita de fraude em concurso da PM do RJ

O que dizer sobre esses "candidatos"? O que faz as pessoas acharem que esse é o caminho? Será que nós é que estudamos somos os idiotas da história? Quero crer que não. Pelo menos isso me faz ter paz de espírito.É um total descaso com os princípios da Administração Pública, faz parecer que são piada!
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Dez candidatos são detidos por tentativa de fraude em concurso da PM do Rio (07/07/2008 17:17)

Dez pessoas foram parar na delegacia neste domingo por suspeita de fraude no concurso da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, ainda não foram encontrados indícios de que os flagrados agiam em quadrilha.

Duas pessoas foram descobertas quando tentavam fazer a prova no lugar de outros candidatos. Eles usavam as identidades dos inscritos, com as fotos alteradas. Na sede da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), um participante foi pego tentando colar na redação. Outros três chegaram atrasados e, para não perder a prova, resolveram pular o muro. Em Caxias, duas pessoas que tentavam adulterar uma carteira uma identidade foram descobertas por PMs antes de entrarem no local de prova. Outros dois tentavam colar com o celular.

De acordo com a organização da seleção, pouco mais de 32 mil pessoas se inscreveram para concorrer às 3.100 vagas oferecidas, mas apenas 23,8 mil compareceram. Os gabaritos oficiais devem ser divulgados nesta terça-feira (8).


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Como são elaboradas as provas em concursos

Sabemos que as provas podem variar bastante de uma banca para outra. Por isso, quanto mais informações sobre o assunto melhor. Por tanto, não deixe de ler a reportagem do G1 abaixo. Está interessante!

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Saber o que vai cair nas provas dos concursos públicos é o sonho de todos os candidatos. Mas os únicos indícios do que pode ser abordado nos exames estão no edital. O resto é cercado de sigilo. As organizadoras não revelam os profissionais que elaboram as questões. Muitas vezes, nem mesmo os professores sabem para que órgãos estão fazendo a prova.

 

Keiny Andrade

Na maior parte das vezes cada professor fica responsável por um assunto (Foto: Keiny Andrade/G1)

E cada profissional fica responsável por uma parte da prova, sem saber quem são os demais professores que estão elaborando as questões das outras disciplinas e assuntos.

A única certeza sobre o conteúdo revelada pelas organizadoras é que todas elas buscam o ineditismo nas questões, ou seja, não podem ser usadas perguntas de provas anteriores. (Atenção aqui, não é o que observei, principalmente nas provas da FCC)

O G1 consultou dez das principais organizadoras do país sobre os critérios de elaboração das provas, abordando aspectos como escolha dos profissionais e de assuntos.

Sete responderam as questões sobre o assunto: o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NCE/UFRJ), a Fundação Vunesp, a Consulplan Consultoria, a Fundação Conesul de Desenvolvimento, o Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul (Imes), a Fundação Cesgranrio e a Empresa de Seleção Pública e Privada (ESPP).  Fundação Carlos Chagas (FCC), Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) e Instituto Cetro não atenderam à solicitação da reportagem.

 

Perfil da banca

O número de professores envolvidos na elaboração das provas varia de concurso para concurso, segundo as organizadoras. Mas as instituições informam que há preocupação de envolver um grande número de profissionais para cobrir de forma abrangente os assuntos.
Muitos professores são funcionários das instituições. Mas quando os concursos abordam assuntos específicos é necessário buscar profissionais de fora. Os especialistas geralmente são professores universitários, muitos deles com títulos de mestrado e doutorado.
A seleção dos profissionais leva em conta idoneidade, competência pedagógica, domínio dos assuntos abordados nas provas e na metodologia para elaboração das questões, capacidade de manter sigilo e não ter parentesco com candidatos.

 

Elaboração das questões

Na maior parte das vezes cada professor fica responsável por um assunto (ou disciplina). Nesse caso, não há troca de informações entre eles – os profissionais nem sabem quais são os outros colegas que estão participando da elaboração do mesmo exame nem têm acesso ao conteúdo completo da prova. As questões são discutidas sempre com a coordenação pedagógica das organizadoras.
Todas as organizadoras enfatizam que buscam o ineditismo nas questões e não recorrem a provas anteriores para elaborar questões.
Os órgãos geralmente determinam o conteúdo programático do concurso. Em outros casos, informam apenas o perfil do profissional que querem admitir e o nível de escolaridade exigido, deixando a critério das instituições a escolha dos assuntos.
Há ainda a possibilidade de a escolha ser discutida entre os órgãos contratantes e a coordenadoria das organizadoras.

 

Revisão

Keiny Andrade

Todas as questões passam por um revisor, de acordo com as organizadoras (Foto: Keiny Andrade/G1)

No caso da Consulplan, existe um primeiro revisor que recebe as provas e as formata nos moldes da empresa. Em seguida, existem professores de português que revisam todas as questões e há ainda a revisão final, com a prova já totalmente impressa.
A Fundação Conesul diz que as provas são revisadas tanto por professores como pelos clientes.

No caso da Fundação Vunesp, a primeira versão da prova é encaminhada a um revisor, que não conhece o elaborador, nem as respostas esperadas, nem nível de dificuldade estimado, aspectos do programa selecionados para avaliação, entre outros pontos.

Ele resolve a prova como se fosse um candidato, dá a sua classificação para cada questão e aponta defeitos de conteúdo ou de forma que observou em toda a prova.
O material volta para coordenação, que o confronta com o do elaborador; a coordenação acrescenta suas orientações e solicita ao elaborador que efetue as modificações e dê a versão final.
O Imes diz que a revisão verifica a língua portuguesa, técnicas de formulação de questões e se o conteúdo está ajustado ao previsto no edital.

 

Sigilo

As organizadoras têm a preocupação de manter o anonimato dos elaboradores das provas para que eles possam trabalhar com isenção. O sigilo e a discrição são itens  presentes inclusive nos contratos de trabalho.
Além disso, a maioria das organizadoras informou que os professores que elaboram as provas não sabem para que órgão estão fazendo as questões.
Os profissionais têm acesso apenas ao conteúdo programático e às atribuições do cargo, além do nível de escolaridade.
As instituições também requisitam um maior número de questões aos professores e depois a coordenação escolhe as que farão parte da prova. Além disso, os elaboradores passam as respostas certas, mas não sabem em quais alternativas elas serão colocadas.

 

Fonte: Marta Cavallini Do G1, em São Paulo - 06/07/2008


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Qual material de estudo escolher?

A oferta de material é enorme e aí bate a dúvida clássica: qual escolher?

Não acredito em fórmula mágica, nem acho que o meu preferido será o seu. Mas de qualquer forma vale a pena abordar o tema, porque todos nos preocupamos em buscar o melhor material possível para o estudo (já gastei muito tempo selecionando e ainda gasto). De fato tal preocupação é muito importante pois pode nos poupar tempo e despertar um interesse (até então desconhecido) por determinada(s) matéria(s).
Minhas primeiras sugestões são: ouça as indicações de pessoas confiáveis, mas também procure saber mais sobre o material antes de adotá-lo. Tente ir numa livraria (ou biblioteca) para conhecer pessoalmente o material. Faço isso desde a faculdade e não me arrependo.

Atualmente existem algumas editoras com livros voltados para concursos públicos.
Destaco em primeiro lugar a Editora Impetus, que apesar de ter mudado o foco continua com ótimos autores que produzem excelentes livros para concursos. A maioria dos que estou lendo é da Impetus.
A Editora Campus ficou com parte do catálogo da Impetus (a série voltada para concursos) e também tem bons títulos.
A Editora Ferreira conheci só no ano passado e ouço muitos elogios.
Também tem a Método com alguns bons títulos para concurssos.
A Saraiva, já velha conhecida dos tempos de faculdade, possui as "badaladas" sinopses. Eu particularmente não cheguei a comprar nenhuma, mas se fosse comprar começaria pelas de direito civil (o autor é bem conceituado; tenho seus livros sem ser sinopse).
A Vestcon também possui material de qualidade. Eu tenho um livro de português com as "melhores questões de concursos" e gosto muito. Também tenho outros dois com questões de provas da AGU (Cespe) com respostas de qualidade.
A editora Atlas possui a Série Leituras Jurídicas, que vale a pena conferir.
As aulas do Ponto dos Concursos são ótimas e alguns autores também têm livros na Impetus.
Para quem gosta de apostilas alerto para ter cuidado. Tem muita coisa ruim por aí.
Cuidado também com as faltas de atualizações. As leis têm mudado com certa freqüência e o descuido pode custar uma questão. Algumas editoras disponibilizam no site (de forma gratuita) atualizações. Vale a pena conferir!
É importante ter em mente a banca e o cargo almejado para buscar (ou adaptar) o material.
Claro que outras editoras também possuem materiais de qualidade. Comentei apenas algumas e de forma alguma pretendo com essa postagem exaurir o assunto. Pelo contrário, espero receber a contribuição de vocês para aprimorar o assunto.


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Frase do dia

"A diferença entre o sonho e a realidade é a quantidade certa de tempo e trabalho"

William Douglas


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TRT5 - a banca foi escolhida: CESPE

A comissão encarregada definiu, em reunião no último dia 20, que o CESPE - Centro de Seleção e de Promoção de Eventos, órgão que integra a Fundação Universidade de Brasília, será a instituição responsável pela parte executiva do concurso de servidores do TRT5. Depois de formalizado o contrato com o órgão, o edital de convocação dos candidatos será elaborado, com previsão de lançamento entre julho e agosto.

Fonte: TRT5 - 26/06/2008


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Remuneração


Confira as principais remunerações do serviço público:

CARGO

ÓRGÃO

REMUNERAÇÃO(R$)

Analista Judiciário

Tribunais Federais

6.551,52 *

Analista Legislativo

Câmara dos Deputados

9.008,12

Analista do Banco Central

Banco Central do Brasil

até 8.441,45

Analista de Planejamento e Orçamento

Secretaria de Orçamento Federal

até 8.484,63

Analista de Finanças e Controle

CGU / STN

até 8.484,63

Analista Controle Externo

Tribunal de Contas da União

até 12.100,00

Auditor Fiscal da Receita Federal

Receita Federal

até 10.155,32

Auditor Fiscal da Receita de São Paulo

Receita de São Paulo

até 14.000,00

Defensor Público Federal

Defensoria Pública Federal

10.497,56

Procurador da Fazenda Nacional

Procuradoria da Fazenda Nacional

10.497,56

Juiz Federal

Justiça Federal

19.955,40

Delegado de Polícia

Polícia Federal

10.862,14

Agente de Polícia

Polícia Federal

6.200,00

Policial Rodoviário Federal

Polícia Rodoviária Federal

5.185,68

* valor final da remuneração de acordo com o PCS do Judiciário a ser integralizado em dezembro de 2008.


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