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O que você precisa saber antes de prestar um concurso público


Muita dedicação e comprometimento precisam ser as ferramentas do candidato a concurseiro


A conquista de um cargo no serviço público é um projeto de vida de médio a longo prazo. O candidato precisa se preparar muito, e isso leva tempo.

Varia muito de pessoa para pessoa, mas é comum que um candidato que estudou até o ensino médio demore de oito meses a um ano e meio para entrar em um cargo público. Para quem tem nível superior, a conta sobe: de um ano e meio a três anos.

As vilãs dessa história e que costumam emperrar a entrada de muitos candidatos são a má formação escolar, a falta de comprometimento com os estudos e a alta procura por determinadas vagas.

Não desanime se você, candidato de primeira viagem, não passar logo de cara. Geralmente, as provas têm um nível elevado. E atenção: a disciplina que mais reprova é língua portuguesa.

É impressionante, mas de 20% a 30% das pessoas, em média, que se inscrevem em concursos, nem comparecem ao exame. Do restante, 70% a 80% dos que realmente vão fazer a prova, somente de 5% a 8% está preparado - e é aprovado.

Depois que passa no concurso público, nem sempre o candidato é chamado logo de cara, ou seja, após a divulgação do resultado da prova nos Diários Oficiais (federal, estadual ou municipal). Os novos servidores vão sendo convocados de acordo com a sua classificação - quanto maior a nota, mais rápido ele será chamado para trabalhar. Em concursos federais de órgãos que têm escritórios espalhados pelo Brasil, por exemplo, os primeiros colocados têm a vantagem de poder escolher o Estado em que vão trabalhar.

Mas, às vezes, a convocação pode demorar. Os editais costumam estabelecer um prazo máximo de validade do resultado da prova, variando de seis meses a até quatro anos. Depois disso, o edital é homologado, ou seja, perde a validade.

Preste atenção: há também algumas instituições que não estabelecem um número fixo de vagas por concurso, mas lançam um edital para preenchimento de um banco de cadastro de reservas. Isso é muito comum em concursos de bancos. À medida que sedes vão sendo abertas, as instituições vão chamando novos funcionários para trabalhar - o que pode demorar ou não.


Fonte: Abril.com (Rachel Bonino)


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Direito é desafio para leigos em concursos; veja dicas para estudar

Segundo especialista, 90% dos concursos pedem disciplina.G1 traz 'quiz' com 20 questões para candidato testar conhecimentos.

De acordo com Gustavo Barchet, autor de obras de questões comentadas de direito administrativo e de direito constitucional publicadas pela Campus-Elsevier, 90% dos concursos pedem essas duas disciplinas.

Ele diz que o tempo médio de quem nunca teve contato com essas disciplinas para se acostumar com a linguagem jurídica é de três a cinco meses. “É normal apanhar no começo e é justamente nesse início que o candidato não pode desanimar”, diz.

Direito constitucional
Segundo ele, o direito constitucional é a base das demais modalidades do direito porque estabelece as regras fundamentais de funcionamento do Estado. “As leis têm que estar de acordo com o que estabelece a Constituição”, diz. De acordo com Barchet, o candidato deve começar pelo direito constitucional porque boa parte do conteúdo de direito administrativo ele só vai aprender se tiver boa base no constitucional. O primeiro passo, orienta, é ler a Constituição para tomar intimidade com o que está escrito. Ele indica a leitura do artigo 5º (Direitos e Garantias Fundamentais), que é o mais importante. Segundo ele, o candidato deve entender também a sistemática da Constituição. Ele explica que os títulos são divididos em capítulos, e dentro dos capítulos, divididos por seções, estão os artigos, que trazem as normas. Os artigos são distribuídos entre parágrafos, incisos e alíneas. Depois de ler as normas, ele recomenda que o candidato estude um livro de direito constitucional voltado para concursos.

“Esses livros explicam o que é a norma, mostram as aplicações e trazem as decisões relevantes do Supremo Tribunal Federal envolvendo a lei”, explica. Barchet diz que o candidato deve ler o conteúdo programático do edital para saber o que deve estudar. Segundo ele, é necessário ter conhecimento do texto das normas, e isso envolve mais compreensão do que a chamada “decoreba”.

“Os livros ajudam a entender, a compreender a norma e, conseqüentemente, o estudante acaba memorizando”. O terceiro passo é resolver questões da disciplina. “Aí é possível saber se o estudo está funcionando. Estudar para concurso é resolver questões de forma periódica”.

Ligação com o dia-a-dia
Paula Teixeira Garcia Civolani, professora de direito constitucional do curso preparatório Siga Concursos, aconselha o candidato a entender o conteúdo da legislação, buscar o significado dos termos usados e interpretar o sentido da lei. Depois, deve fazer exercícios de provas anteriores. Paula aconselha que o candidato vincule fatos do seu dia-a-dia com a Constituição. Ela cita como exemplos o artigo 5º, que fala sobre direitos e garantias. “Ele deve verificar, por exemplo, em que condições todos são iguais perante a lei”, diz. Ela diz que os editais costumam trazer os títulos dos capítulos que podem ser pedidos na prova. “Tem que estar atento às atualizações da Constituição, verificar o site do Planalto (www.planalto.gov.br) para verificar as emendas constitucionais.”

Direito administrativo
Barchet diz que o direito administrativo é o ramo do direito público que estuda as regras e princípios que regulam as funções administrativas do Estado. Segundo ele, não há um código que reúna todas as normas administrativas. Por isso, o candidato deve se dedicar a estudar as leis da esfera que o concurso contempla – federal, estadual ou municipal. No caso dos concursos federais, é obrigatória a leitura da lei 8.112/90, que trata do regime jurídico dos servidores públicos federais. Ele diz que é importante o estudante ter um livro sobre direito administrativo direcionado para concursos porque ali encontrará as leis mais importantes, a jurisprudência e as doutrinas mais relevantes – posicionamentos dos juristas sobre o assunto. No caso das leis estaduais e municipais, o candidato pode procurar o órgão para o qual ele vai prestar concurso e pedir o conteúdo das normas. Ele recomenda que o candidato estude a lei 8.112/90, mesmo que vá prestar concurso na esfera estadual ou municipal. “Os estatutos dos servidores são semelhantes e o federal é muito bem escrito. A sistemática das leis de servidores é a mesma e é bom para o estudante ter contato com a legislação.” Para Anderson Jamil Abrahão, professor de direito administrativo do curso preparatório Siga Concursos, o candidato não pode tratar a disciplina como algo estático. “O direito não é só lei, são fatos e interpretações. Situações são propostas e o candidato deve saber dar a interpretação correta.” Segundo ele, a interpretação das normas pode mudar por mudança da própria lei ou da posição do Supremo Tribunal Federal.

Leis a serem estudadas
Ele recomenda o estudo do decreto-lei 200/67, que traz definições para autarquias, fundações públicas, sociedades de economia mista e empresas públicas, além da lei 11.107/2005, que fala sobre consórcio público. Abrahão indica também a lei de licitações (8.666/93), do pregão (10.520/2002) e da parceria público-privada (11.079/2004). Outra que costuma ser cobrada, segundo ele, é a súmula 473 do Supremo Tribunal Federal (STF), sobre invalidação de atos administrativos, que é repetida no artigo 53 da lei 9784/99. E por fim, os artigos 37 ao 41 da Constituição, que tratam da administração pública. O professor afirma que é necessário ter um bom livro sobre o assunto para entender os atos administrativos, que mostram, por exemplo, como se edita uma portaria, um decreto e uma multa.
A receita de estudo de Abrahão é: lei-teoria-exercício. “Estuda a lei, entende os meandros e a interligação entre os artigos e faz os exercícios”, explica. Ele recomenda que o estudante tenha um livro que reúne as principais leis e códigos do país. Mas ele alerta que o candidato deve sempre consultar as leis pelo site www.planalto.gov.br para ver se houve atualização.

Fonte: G1


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Novas Leis e Súmulas em áudio MP3 - atualizadas em outubro 2008

Simplifique seu estudo. Ouça em qualquer lugar leis e súmulas em ÁUDIO - MP3.
O acervo, cada vez mais abrangente, segue as sugestões recebidas e os editais recentes.
Você ouve o áudio e, se quiser, pode imprimir (ou simplesmente ler) o texto que o acompanha.

LEGISLAÇÃO
- CPC - R$ 30
- CLT - R$ 25
- Lei 8112/90 - Regime dos Servidores Públicos - R$ 12
- Lei 8429/92 - Improbidade Administrativa - R$ 10
- Lei 9784/99 - Processo Administrativo Federal - R$ 10
- Lei 8666/93 - Licitações e Contratos - R$ 12
- Lei 8.987/95 - Concessão de Serviços Públicos - R$ 11
- Lei 11079/2004 - Licitação e Contratação de PPP - R$ 11
- LC 101 - Lei da Responsabilidade Fiscal - R$ 12
- LC 105 - Sigilo das operações financeiras - R$ 10
- LICC - R$ 10
- Regimento Interno do TRT BA (5ª Região) - R$ 17

JURISPRUDÊNCIA - SÚMULAS
- Súmulas do STF - R$ 17
- Súmulas do STJ - R$ 15
- Súmulas do TST - R$ 17
- OJ do TST - R$ 15

PROMOÇÕES POR TEMPO LIMITADO
Súmulas do TST e OJs do TST: de R$ 32 por R$ 29.
Súmulas do TST, OJs do TST e CLT: de R$ 57 por R$ 50.
Súmulas do TST, OJs do TST, CLT e Regimento Interno TRT BA: de R$ R$ 74 por R$ 63.
Todas as SÚMULAS e OJs: de R$ 64 por 56.

Pedidos superiores a R$ 70: GRÁTIS CONSTITUIÇÃO FEDERAL EM MP3.
Importante: Os áudios estão atualizados até setembro de 2008.
Frete único por pedido: R$ 6,00


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Justiça do Trabalho na TV

Existe excelentes palestras/aulas gratuitas de direito e processo do trabalho no site do TRT 12.
www.trt12.jus.br, institucional, comunicação social, televisão, videoteca, justiça do trabalho, autor...

Para o link direto clique aqui.


Novo programa desta semana:

20 anos dos direitos trabalhistas na Constituição Federal

A Constituição Federal brasileira, chamada cidadã, está completando 20 anos.
Fruto de um momento histórico de grande mobilização popular, ela restabeleceu os princípios democráticos abafados pelo regime militar após o golpe de Estado de 1964.

A Constituição Cidadã inovou a tradição jurídica brasileira ao incluir um capítulo inteiro de direitos trabalhistas, chamados direitos sociais.

Para falar sobre esse assunto, o programa Justiça do Trabalho na TV desta semana vai conversar com o advogado trabalhista Nilo Kaway Júnior. Ele advoga há mais de 20 anos para sindicatos de trabalhadores e integra o conselho mantenedor do Centro de Ensino Superior de Santa Catarina (Cesusc).


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Palestras (on line) sobre Direito do Trabalho

No site da AMATRA3 há duas palestras que valem a pena ser conferidas.
São atuais e de graça



Maria de Assis Clasing
Algumas Inquietações sobre a Nova Competência da Justiça do Trabalho
Sebastião Geraldo de Oliveira
Questões Polêmicas nas Indenizações por Acidentes do Trabalho


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Leis e Súmulas em áudio MP3 - Atualizadas em setembro 2008

Para você estudar em qualquer lugar tenha
LEIS e SÚMULAS atualizadas em MP3.

Com o material de áudio você recebe arquivo
em texto para acompanhar ou imprimir.

ÁUDIO e texto
MP3 + PDF

BRINDE! Vários arquivos para completar seu estudo: resumos, tabelas, esquemas, provas, simulados etc. Material selecionado cuidadosamente para ajudá-lo na aprovação do Concurso Público.

LEGISLAÇÃO

- CLT em MP3 - R$ 25
- Lei 8112/90 - Servidores Públicos - R$ 12
- Lei 8666/93 - Licitações e Contratos - R$ 12
- Lei 8429/92 - Improbidade Administrativa - R$ 10
- Lei 9784/99 - Processo Administrativo Federal - R$ 10
- LICC - Lei de Introdução ao Código Civil - R$ 10


JURISPRUDÊNCIA - SÚMULAS

- Súmulas do STF - R$ 17
- Súmulas do STJ - R$ 15
- Súmulas do TST - R$ 17
- Orientações Jurisprudenciais (OJ) do TST - R$ 15



PROMOÇÕES POR TEMPO LIMITADO (referentes aos produtos listados acima)

Súmulas do TST + OJs do TST = R$ 29.

CLT + Súmulas do TST + OJs do TST = R$ 54.

TODAS AS SÚMULAS + OJs: de R$ 64 por 56.

LEGISLAÇÃO COMPLETA: de R$ 79 por R$ 70.

LEGISLAÇÃO + JURISPRUDÊNCIA de R$ 143 por R$ 110 + CF/88 (grátis)

Pedidos superiores a R$ 70: GRÁTIS CF atualizada.

Frete único por pedido: R$ 6,00

Importante: Os áudios estão atualizados até setembro de 2008.

"Fracassar não é cair, é se recusar a levantar."
Provérbio chinês


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Dica para estudo: Incoterms - Direito internacional

Para quem está se preparando para o concurso da BR vale a pena conferir o link do site "Aprendendo a Exportar" do governo federal.

Para dar uma prévia e matar a curiosidade de quem não sabe o que são Incoterms (como eu, rs):

Significado Jurídico

Após agregados aos contratos de compra e venda, os Incoterms passam a ter força legal, com seu significado jurídico preciso e efetivamente determinado. Assim, simplificam e agilizam a elaboração das cláusulas dos contratos de compra e venda.


Lá no link tem uma lista com descrição e resumidos apontamentos sobre 13 principais incoterms usados no mercado internacional.

Termos Internacionais de comércio - INCOTERMS


SOBRE INCOTERMS

Categorias

E de Ex (Partida - Mínima obrigação para o exportador) Mercadoria entregue ao comprador no estabelecimento do vendedor.
F de Free (Transporte Principal não Pago Pelo Exportador) Mercadoria entregue a um transportador internacional indicado pelo comprador.
C de Cost ou Carriage (Transporte Principal Pago Pelo Exportador) O vendedor contrata o transporte, sem assumir riscos por perdas ou danos às mercadorias ou custos adicionais decorrentes de eventos ocorridos após o embarque e despacho.
D de Delivery (Chegada - Máxima obrigação para o exportador) O vendedor se responsabiliza por todos os custos e riscos para colocar a mercadoria no local de destino.



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Dica interessante para quem estuda para o TRT

Não sei se vocês já sabem, mas está sendo disponibilizado o acesso completo ao site do Valentin Carrion, por 15 dias, para quem se cadastrar.
Lá tem, entre outras coisas interessantes, "Comentários à CLT 2008".
E dá para copiar e colar um ou outro comentário que te interesse (ou todos).

Vale a pena dar uma conferida!


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Inscrições prorrogadas e o seu reflexo no espelho


“Inscrições prorrogadas”: esta pode ser a notícia que muitos esperavam...

Já tiveram a sensação, ao se depararem com uma notícia sobre a prorrogação da inscrição para um concurso que estavam na dúvida se fariam, que poderia ser um "sinal"? Quem sabe aquela dúvida recebeu, com a prorrogação, a certeza de que esse é sim o SEU concurso?

Pois é, cada um vai se agarrando ao que encontra pelo (árduo) caminho dos concursos.

Mas precisamos manter o foco e lembrar que nem tudo é o que parece e nem sempre aonde vai a maioria é o lugar aonde devemos ir.

Falei sobre esse assunto hoje porque na semana passada soube do adiamento para a JUCERJA e achei que deveria arriscar, mesmo sem tanta convicção. Mas hoje abandonei a idéia (depois de ter imprimido algum material e começado a ler).

Sugiro a todos ter um ombro amigo e confiável (que o conheça bem) para conversar sobre suas dúvidas.

Muitas vezes precisamos de outro que nos diga o que nem sempre queremos ouvir, alguém que sirva de espelho para nos enxergarmos melhor.

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Só para não dizerem que fiz "publicidade enganosa", segue abaixo a notícia sobre a prorrogação do concurso da PRF

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Inscrições prorrogadas para o concurso da PRF


As inscrições para o concurso do Departamento de Polícia Rodoviária Federal do Ministério da Justiça vão até a próxima quarta-feira (13/08). Os candidatos interessados devem confirmar ou fazer a inscrição pelo endereço eletrônico www.cespe.unb.br/concursos/dprf2008.

São 194 vagas para o estado do Pará e 146 para o Mato Grosso. A remuneração oferecida para o cargo de Policial Rodoviário Federal é de R$ 5.238,94. A taxa cobrada é de R$ 60,00.

Como o prazo para as inscrições foi prorrogado, quem quiser confirmar a inscrição pode alterar dados, incluindo o local de realização de prova, e deve solicitar, em caso de necessidade, atendimento especial. É possível ainda alterar a opção de vaga regional entre Pará e Mato Grosso. O candidato poderá também, em caso de desistência, solicitar a devolução da taxa de inscrição, no mesmo endereço e no mesmo período.

http://www.emtemporeal.com.br/index.asp?area=2&dia=11&mes=08&ano=2008&idnoticia=58324


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Leis e Súmulas em MP3

Pessoal,
Preparei várias Leis e Súmulas em MP3 para facilitar o estudo.

Por enquanto, tenho o seguinte material (em breve terei mais):
CLT
Lei 8112 - Servidores Públicos
Lei 8429 - Improbidade Administrativa
Lei 9784 - Processo Administrativo Federal
Súmulas do TST (Tribunal Superior do Trabalho)
O pacote completo com a CLT, as Leis 8112, 8429 e 9784 e as Súmulas do TST inclui também a CF/88.
Os arquivos estão atualizados e acompanhados de arquivos em texto (para acompanhar e/ou imprimir).
Envio em CD ou DVD pelo Correio.
Valor: R$ 65 + frete.
Obs. Nos próximos dias devo terminar de passar para MP3 as OJs do TST e as Súmulas do STF e STJ.
Quem tiver comprado esse pacote poderá receber também as OJs e as Súmulas (STF e STJ) por apenas R$ 15.
Posso selecionar o próximo material de acordo com os pedidos.
Quem estiver interessado pode entrar em contato através do email: reinventar-concurso@yahoo.com.br


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Filmes motivadores

Recebi a indicação do filme INVENCÍVEL, da Disney, para ser incluído na lista de filmes motivadores.

Agradeço a colaboração e aproveito para colocar aqui um pouquinho da história de cada um dos indicados.


SINOPSE: INVENCÍVEL (ainda não assisti) - nota 9,3 no site E-pipoca

Típica produção familiar da Disney que conta um drama no mundos dos esportes. Mark Wahlberg é Vince Papale, no papel de um fã do time de futebol americano Philadelphia Eagles, que divide seu tempo como auxiliar técnico e bartender. Quando o Eagles decide fazer um teste para novos jogadores, a população não acredita que surgirá alguém de qualidade. Mas o próprio Papale se inscreve. Além de todos se surpreenderem, o jovem realiza seu antigo sonho.

SINOPSE: À PROCURA DA FELICIDADE (assisti e adorei) - nota 9,3 no site E-pipoca

Vendedor esforçado e trabalhador (Will Smith) consegue a custódia do filho (Jaden Smith) tão logo sua vida profissional começa a ficar equilibrada. Jaden Smith, estreando no cinema, é mesmo filho de Will com a atriz Jada Pinkett Smith.

Esse aqui é uma lição de vida. A história é verídica, o que acaba dando mais certeza de que É POSSÍVEL superar os desafios.


SINOPSE: HOMENS DE HONRA (assisti e adorei) - nota 9,2 no site E-pipoca

Filme baseado na história real de Carl Brashear, primeiro mergulhador negro da marinha norte-americana.

Mais uma história de superação, daquelas que nos faz acreditar que vale a pena lutar contra tudo e todos e não deixar que os outros nos digam até onde podemos ir.

SINOPSE: O TRIUNFO (ainda não assisti) - nota 9,7 no site E-pipoca

Matthew Perry é um jovem professor impaciente, porém talentoso, que deixa sua casa na zona rural da Carolina do Norte para se aventurar a dar aulas nas escolas de Nova York. Enquanto luta para manter seu otimismo ao se defrontar com um obstáculo após o outro, ele desistirá de tudo para retornar à sua casa com o rabo entre as pernas, ou realizará sua ambição e transformá o futuro de alguns dos mais difíceis e vulneráveis garotos da cidade.

Não sei porque ainda não assisti esse filme. Recebi a indicação, coloquei no blog e acabei "esquecendo". Irei assisti-lo em breve, com toda certeza.

SINOPSE: ROCKY BALBOA (assisti e amei) - nota 9,6 no site E-pipoca

Rocky Balboa (Stallone) está aposentado há alguns anos. Mas quando suas finanças começam a secar, ele decide voltar aos ringues novamente. Primeiro Balboa enfrenta boxeadores inexpressivos, o que lhe garante alguns trocados; mas tudo pode mudar quando ele recebe uma oferta milionária para enfrentar o campeão peso-pesado Mason ''The Line'' Dixon.

Sou suspeitíssima para comentar sobre qualquer filme do Rocky. Sou fã desde criancinha.
Poderia incluir todos os filmes da série nessa lista.
Este foi destacado por ser a volta, a superação quando já estava desacreditado.


Envie suas sugestões.


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Redação - mais dica: Cinco pecados capitais na hora da prova!



Recentemente escrevi sobre a importância de praticar a escrita, a redação.

Agora volto ao tema para indicar mais um site interessante: Redação Criativa.
Neste site além de dica gramatical, que é sempre muito bem-vinda, há exercícios e muita informação útil para escrever uma boa redação.

Confira um exemplo:

Cinco pecados capitais na hora da prova!
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ImageEm vestibulares e concursos, a prova de Redação é o grande fator de eliminação. Através dela, as instituições têm um indicador mais concreto da formação do aluno, diferentemente das questões de múltipla escolha. Por isso, é bom estar atento, para não cometer alguns "pecados"! Veja os equívocos apontados por organizadores de concursos e vestibulares como os mais comumente cometidos pelos candidatos.

1 - Ordenação das idéias:
A falta de ordenação é um erro comum e indica, segundo os organizadores de vestibulares, que o candidato não tem o hábito de escrever. O texto fica sem encadeamento e, às vezes, incompreensível, partindo de uma idéia para outra sem critério, sem ligação.

2 - Coerência e coesão:
Em muitas redações, fica patente a falta de coerência: o candidato apresenta um argumento para contradizê-lo mais adiante. Já a redundância denuncia outro erro bastante comum: falta de coesão. O candidado fica dando voltas num assunto, sem acrescentar dado novo. É típico de quem não tem informação suficiente para compor o texto.

3 - Inadequação:
A inadequação é um tipo de erro capaz de aparecer inclusive em redações corretas na gramática e ortografia e coerentes na estrutura. Nesse caso, os candidatos costumam fugir ao tema proposto, escolhendo outro argumento, com o qual tenham maior afinidade. O distanciamento do assunto pode custar pontos importantes na avaliação.

4 - Estrutura dos parágrafos:
Muitos dos candidatos têm demonstrado dificuldade em separar o texto em parágrafos. Sem a definição de uma idéia em cada parágrafo, a redação fica mal estruturada, capenga. Um erro muito comum, nesse caso, é cortar a idéia em um parágrafo para concluí-la no seguinte. Ou, então, deixar o pensamento sem conclusão.

5 - Estrutura das frases:
Erros de concordância nos tempos verbais, fragmentação da frase, separando sujeito de predicado, utilização incorreta de verbos no gerúndio e particípio são algumas das falhas mais comuns nas redações. Esses erros comprometem a estrutura das frases e prejudicam a compreensão do texto.



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Conciliar trabalho e estudo - Você tem um Plano B?

Muitos pensam que precisam largar o trabalho para se dedicar apenas à preparação de concurso público. Mas e aí, como fica a questão financeira? E a ansiedade causada por essa pressão de um projeto único? Você tem um plano B?
Pode ser que alguém esteja pagando suas contas, no início é festa, mas com o tempo, com a demora na realização do concurso (sim, porque concurso não ocorre todo mês), com a demora para ser aprovado (provavelmente você não passará na primeira tentativa, é comum), como fica o "patrocinador"? Se ele se mantém tranqüilo, ótimo para você!
E se ao invés de um "patrocinador" você tiver largado o trabalho depois de ter feito uma reserva financeira para pagar suas constas? Qual será o tamanho dessa reserva? Quanto tempo ela irá durar? Já passou da metade? Se sim é possível que a ansiedade já esteja batendo a sua porta.
Nesses momentos precisamos de um Plano B. Você tem um? Se não tem é melhor já pensar (antes que a ansiedade exploda), para que e$$e tema não perturbe o seu estudo.
Ninguém merece perder a concentração no estudo para ficar pensando nas contas que faltam ser pagas, né?
Se você tem um Plano B, que tal dividi-lo? Estou pensando no meu... alguma sugestão?

De acordo com a reportagem do G1 os consultores disseram que "combinar trabalho e estudo melhora auto-estima e diminui ansiedade". É muito provável. Só que também será preciso planejamento para fazer o tempo render mais.

Se você estiver conciliando trabalho e estudo dê sua dica para nós. E, tenha a certeza de que nem sempre quem "só" estuda aproveita o tempo a mais. Muitos simplesmente param de trabalhar para estudar e não conseguem manter uma disciplina, isso quando não tem a família achando que por não trabalhar pode "quebrar o galho" de todos. Pode ir ao banco, esperar o técnico, comprar qualquer coisa, ligar para reclamar de um serviço (essa é clássica, principalmente se for advogado), ficar com o sobrinho, atender à visita, ir ao mecânico (etc.).
Estudar para concurso exige tempo, dedicação e disciplina. Por isso, muitos candidatos optam por deixar seus empregos para dedicar tempo integral aos estudos. Mas coordenadores de cursos preparatórios alertam que essa prática mais prejudica do que ajuda. E avisam: pelo menos 60% dos alunos que passam nos concursos públicos conciliaram trabalho, estudo e família.
Baubeta diz que largar o emprego é arriscado porque, via de regra, as pessoas não passam no primeiro concurso. Assim, a frustração aumenta a pressão. "Todos devem ter consciência de que as provas não são fáceis e que podem demorar para passar".
De acordo com Lucca, é possível conciliar o emprego e a preparação para o concurso com uma fórmula simples: estudar com direcionamento e foco, e não se ater apenas ao tempo de estudo.
Ele aconselha o candidato que trabalha a ser metódico, fazendo um planejamento de estudo todos os dias.
"Se o aluno estuda uma matéria a cada 20 minutos ele consegue intercalar os momentos de intervalo, como almoço e jantar".
Outra dica é fazer uma pausa a cada 50 minutos, por 10 minutos, se o período de estudo for entre três ou quatro horas por dia. "Essas paradas são importantes para o aprendizado".
Para quem vai prestar concurso em a um a três meses, Lucca aconselha o candidato a estudar todos os dias. Mas, caso o concurso esteja previsto para mais tempo, é recomendável que ele tire um dia da semana para descansar.
"Se o período de preparação é curto, vale investir, mas trabalhar e estudar sem pausa faz o rendimento cair. Nos momentos de descanso, é bom ele [o candidato] fazer o que mais gosta".
Fonte: G1


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Como são elaboradas as provas em concursos

Sabemos que as provas podem variar bastante de uma banca para outra. Por isso, quanto mais informações sobre o assunto melhor. Por tanto, não deixe de ler a reportagem do G1 abaixo. Está interessante!

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Saber o que vai cair nas provas dos concursos públicos é o sonho de todos os candidatos. Mas os únicos indícios do que pode ser abordado nos exames estão no edital. O resto é cercado de sigilo. As organizadoras não revelam os profissionais que elaboram as questões. Muitas vezes, nem mesmo os professores sabem para que órgãos estão fazendo a prova.

 

Keiny Andrade

Na maior parte das vezes cada professor fica responsável por um assunto (Foto: Keiny Andrade/G1)

E cada profissional fica responsável por uma parte da prova, sem saber quem são os demais professores que estão elaborando as questões das outras disciplinas e assuntos.

A única certeza sobre o conteúdo revelada pelas organizadoras é que todas elas buscam o ineditismo nas questões, ou seja, não podem ser usadas perguntas de provas anteriores. (Atenção aqui, não é o que observei, principalmente nas provas da FCC)

O G1 consultou dez das principais organizadoras do país sobre os critérios de elaboração das provas, abordando aspectos como escolha dos profissionais e de assuntos.

Sete responderam as questões sobre o assunto: o Núcleo de Computação Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NCE/UFRJ), a Fundação Vunesp, a Consulplan Consultoria, a Fundação Conesul de Desenvolvimento, o Instituto Municipal de Ensino Superior de São Caetano do Sul (Imes), a Fundação Cesgranrio e a Empresa de Seleção Pública e Privada (ESPP).  Fundação Carlos Chagas (FCC), Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB) e Instituto Cetro não atenderam à solicitação da reportagem.

 

Perfil da banca

O número de professores envolvidos na elaboração das provas varia de concurso para concurso, segundo as organizadoras. Mas as instituições informam que há preocupação de envolver um grande número de profissionais para cobrir de forma abrangente os assuntos.
Muitos professores são funcionários das instituições. Mas quando os concursos abordam assuntos específicos é necessário buscar profissionais de fora. Os especialistas geralmente são professores universitários, muitos deles com títulos de mestrado e doutorado.
A seleção dos profissionais leva em conta idoneidade, competência pedagógica, domínio dos assuntos abordados nas provas e na metodologia para elaboração das questões, capacidade de manter sigilo e não ter parentesco com candidatos.

 

Elaboração das questões

Na maior parte das vezes cada professor fica responsável por um assunto (ou disciplina). Nesse caso, não há troca de informações entre eles – os profissionais nem sabem quais são os outros colegas que estão participando da elaboração do mesmo exame nem têm acesso ao conteúdo completo da prova. As questões são discutidas sempre com a coordenação pedagógica das organizadoras.
Todas as organizadoras enfatizam que buscam o ineditismo nas questões e não recorrem a provas anteriores para elaborar questões.
Os órgãos geralmente determinam o conteúdo programático do concurso. Em outros casos, informam apenas o perfil do profissional que querem admitir e o nível de escolaridade exigido, deixando a critério das instituições a escolha dos assuntos.
Há ainda a possibilidade de a escolha ser discutida entre os órgãos contratantes e a coordenadoria das organizadoras.

 

Revisão

Keiny Andrade

Todas as questões passam por um revisor, de acordo com as organizadoras (Foto: Keiny Andrade/G1)

No caso da Consulplan, existe um primeiro revisor que recebe as provas e as formata nos moldes da empresa. Em seguida, existem professores de português que revisam todas as questões e há ainda a revisão final, com a prova já totalmente impressa.
A Fundação Conesul diz que as provas são revisadas tanto por professores como pelos clientes.

No caso da Fundação Vunesp, a primeira versão da prova é encaminhada a um revisor, que não conhece o elaborador, nem as respostas esperadas, nem nível de dificuldade estimado, aspectos do programa selecionados para avaliação, entre outros pontos.

Ele resolve a prova como se fosse um candidato, dá a sua classificação para cada questão e aponta defeitos de conteúdo ou de forma que observou em toda a prova.
O material volta para coordenação, que o confronta com o do elaborador; a coordenação acrescenta suas orientações e solicita ao elaborador que efetue as modificações e dê a versão final.
O Imes diz que a revisão verifica a língua portuguesa, técnicas de formulação de questões e se o conteúdo está ajustado ao previsto no edital.

 

Sigilo

As organizadoras têm a preocupação de manter o anonimato dos elaboradores das provas para que eles possam trabalhar com isenção. O sigilo e a discrição são itens  presentes inclusive nos contratos de trabalho.
Além disso, a maioria das organizadoras informou que os professores que elaboram as provas não sabem para que órgão estão fazendo as questões.
Os profissionais têm acesso apenas ao conteúdo programático e às atribuições do cargo, além do nível de escolaridade.
As instituições também requisitam um maior número de questões aos professores e depois a coordenação escolhe as que farão parte da prova. Além disso, os elaboradores passam as respostas certas, mas não sabem em quais alternativas elas serão colocadas.

 

Fonte: Marta Cavallini Do G1, em São Paulo - 06/07/2008


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Cadastro reserva: serve para quem?

estudo (3)Quem já não começou a ler um edital cheio de expectativa e animado e, de repente, se deparou com a informação de que não há vagas: o concurso é apenas para cadastro de reserva?

Essa informação muitas vezes é o suficiente para desanimar muita gente, e até dá para entender. Passar em concurso já é tão difícil, imagina passar em um que não oferece vaga?

Mas é preciso lembrar que aquele que oferece vaga pode não ser garantia de nada. Tem quem defenda que, com base na lei de responsabilidade fiscal, podem não ser chamados todos os candidatos aprovados.

Discussões à parte, o importante é manter o foco nos estudos, havendo ou não concurso previsto, porque na hora que aparecer a vaga ela só será sua se você estiver preparado.

Bom estudo!


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Como transformar seu Windows Vista de inglês para português?

Sei que esta é uma mensagem que parece não estar diretamente relacionada com concursos públicos, mas são duas as razões que me fazem escrever sobre o assunto:

1) não poderia deixar de compartilhar essa "descoberta".
Sabe quando a gente "descobre" algo muito bom e quer sair por aí contando para todo mundo? (Lembro que senti isso quando operei a miopia.)
Pois é, foi assim que me senti quando consegui passar meu Windows Vista para português.
Em tese só seria possível nas versões Ultimate e Enterprise. Mas o meu é Home Premium (veio no notebook) e deu certo.

2) informática pode ser matéria da sua prova e é melhor estar acostumado a usar o Windows em português, pois é assim que eles cobram.
Em português você pode se sentir mais confortável para explorar o programa, ler as ajudas e experimentar coisas novas.
Por falar nisso, a melhor forma de aprender informática é praticar.
Digo sem falta modéstia que essa verdade foi comprovada por mim na prova do TRT-Rio, quando gabaritei na matéria. Tudo bem que essa parte da prova não estava difícil.

Para este post não ficar grande demais, deixo aqui o link do meu outro blog onde está explicadinho como você também pode mudar seu Windows Vista para português.


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Conferindo tudo (pouco) antes da prova

stressado-full Dizem que a gente só aprende com nossos próprios erros. Pode ser. Mas vou narrar o que aconteceu comigo, para, quem sabe, evitar que outro cometa o mesmo erro.

Estava inscrita para fazer as provas do TRT-RJ nos dias 7 e 8 de junho (sábado e domingo).

No dia 7 a prova seria em um local distante que eu não conhecia. O que aliviava era o fato de estar marcada para às 14h. Saí de casa pouco depois das 11h e cheguei lá dentro do horário programado: às 13h. Fiz a prova e na volta esperei uns 40 minutos na Rodoviária (de Campo Grande) pelo ônibus, mais uns 50 minutos até chegar em casa.

Cheguei (às 21h) cansada e ansiosa para conferir as questões da prova que havia feito. Fiquei até umas 2h da manhã acordada, estudando e tentando dormir. Teria que acordar às 6h para fazer prova às 8h, dessa vez em Ipanema. Resolvi, à noite, que iria de carro, dirigindo; conhecia o lugar.

Cometi apenas um erro que foi fatal.

Na noite de sexta-feira separei tudo dentro da bolsa: caneta preta transparente (prova da CESPE), cartões de confirmação impressos, endereços dos locais das provas, chocolate, bala, lenço de papel, remédios para dor muscular, para rinite alérgica, para o nariz, prendedor de cabelo, hidratante labial, dinheiro e documento de identidade. Não levei a carteira toda por precaução (depois vi que o local da prova era tranqüilo).

Na noite de sábado não me preocupei em colocar nada na bolsa, além do documento do carro e outra barra de chocolate. Por uma daquelas coisas que a gente não entende, não me preocupei em levar a habilitação, apenas o documento do carro.

E o destino prega peça...

Cheguei com 50 min. de antecedência e fiquei de papo, fui ao banheiro, comprei água... e uns 20 min. antes da prova fui para a fila da sala. Lá, sozinha, me deu um aperto, fui pegar o cartão de confirmação e a identidade. Ela NÃO estava dentro da bolsa. Saí da fila e sentei na escada próxima. Revirei incontáveis vezes a bolsa e a cada vez que procurava mais aumentava minha certeza de que ela não estava ali. Liguei, liguei muito para uma amiga que tinha um documento meu na sua casa, mas ela estava dormindo e não ouviu. A prova era longe da minha casa e não poderia sair para voltar, no máximo alguém, mais próximo, poderia levar outra identidade para mim. Tentei. Não deu. Levantei e, sem saber o que pensar, fui embora em direção ao carro.

Senti-me andando na contra mão. Enquanto todos entravam no prédio, eu saía. No carro, fui sentido-me cada vez mais longe do local onde deveria estar fazendo a prova de domingo.

Conclusão: é imperioso fazer uma chek list antes de cada prova. Mas não faça muito antes, nem muito em cima. Faça com tempo (e distância) suficiente para que possa sanar o problema. Afinal, se você estudou durante meses para uma prova, o que poderia ser mais frustrante do que não poder fazê-la?

Note que disse não poder - muito diferente de não querer.


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CLT Dinâmica (atualizada com jurisprudência e doutrina)

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Dica quente!
Lá no site do TRT da 2.ª Região (São Paulo) está disponível a CLT Dinâmica, vale a pena conhecer.
Clique aqui e procure o link "CLT Dinâmica", ou clique na imagem ao lado para ir direto.
Bom estudo!


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Vale do Paraíba

Estude para não pagar mico.

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Armadilhas da língua

Repassando...

Você sabe o que é tautologia? É o termo usado para definir um dos vícios de linguagem. Consiste na repetição de uma idéia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como você pode ver na lista a seguir:

- elo de ligação
- acabamento final
- certeza absoluta
- quantia exata
- nos dias 8, 9 e 10, inclusive
- juntamente com
- expressamente proibido
- em duas metades iguais
- sintomas indicativos
- há anos atrás
- vereador da cidade
- outra alternativa
- detalhes minuciosos
- a razão é porque
- anexo junto à carta
- de sua livre escolha
- superávit muito positivo
- todos foram unânimes
- conviver junto
- fato real
- encarar de frente
- multidão de pessoas
- amanhecer o dia
- criação nova
- retornar de novo
- empréstimo temporário
- surpresa inesperada
- escolha opcional
- planejar antecipadamente
- abertura inaugural
- continua a permanecer
- a última versão definitiva
- possivelmente poderá ocorrer
- comparecer em pessoa
- gritar bem alto
- propriedade característica
- demasiadamente excessivo
- a seu critério pessoal
- exceder em muito.
- opção de escolha.

Note que todas essas repetições são dispensáveis.
Por exemplo, 'surpresa inesperada'. Existe alguma surpresa esperada?  É óbvio que não..
Devemos evitar o uso das repetições desnecessárias. Fique atento às expressões que utiliza no seu dia-a-dia.
Verifique se não está caindo nesta armadilha.
Gostou?
Repasse para os amigos respeitadores da lingua.


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